4 de outubro de 2011

O Amazonas do Amanhecer a conquistar sua sede própria.

Campanha ajude o Amazonas do Amanhecer a conquistar sua sede própria, participe da ação entre amigos valendo um boi de 200 Kg, a R$5,00 participe desta solidaria campanha e veja os projetos sociais que irão ser realizados,


Ligue e agende uma visita em sua empresa para que todos possam contribuir com esta campanha.
92 91737423

28 de junho de 2011

Soluções para livrar-se do vicio das drogas e de outro vícios

Faça uma visita, tratamento gratuito

O Vale do Amanhecer agora é Patrimônio cultural do Brasil

A Superintendência do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional -- Iphan no Distrito Federal lança neste sábado (27), no Vale do Amanhecer, localizado na região administrativa de Planaltina, o livro Vale do Amanhecer: Inventário Nacional de Referências Culturais. O evento ocorre às 16 horas, na Casa Grande, um memorial instalado onde vivia a médium e clarividente Tia Neiva, fundadora da Doutrina do Amanhecer. Estarão presentes o superintendente do IPHAN no DF, Alfredo Gastal, o antropólogo Rodrigo Ramassote, coordenador da publicação e o historiador Marcelo Reis, um dos autores do livro, além de Raul Zelaya, filho de Tia Neiva e presidente da Ordem Espiritualista Cristã Vale do Amanhecer, e Jairo Zelaya, neto de Tia Neiva e diretor da Biblioteca do Jaguar.


O livro Vale do Amanhecer: Inventário Nacional de Referências Culturais é uma síntese da pesquisa realizada pela Superintendência do DF a partir de 2008. Os textos são da socióloga Deis Siqueira, da Universidade de Brasília, e do historiador Marcelo Reis. As fotos, em sua maioria, são de Alex Arthur Martins Regis e do acervo do Vale do Amanhecer. A edição pode ser o primeiro passo para o registro do Vale do Amanhecer como bem imaterial do patrimônio cultural brasileiro. A Superintendência do Iphan no DF pretende iniciar um processo que pode resultar no reconhecimento do Vale.

O Registro de Bens Culturais de Natureza Imaterial foi instituído pelo Iphan em agosto de 2000, por meio do decreto 3551. Com base nesta determinação, foram registrados 21 bens ao longo dos últimos 10 anos. Na Superintendência do IPHAN no DF, as ações relacionadas a essa política dão ênfase para a chamada Brasília Mística, com a realização de pesquisas e inventários sobre a religiosidade local. Dentre os estudos concluídos destacam-se o Inventário Nacional de Referências Culturais dos Lugares de Culto de Matrizes Africanas e Afro-Brasileiras e o Inventário do Vale do Amanhecer.

João Carlos Henriques

Assessor de Imprensa da Superintendência do IPHAN no DF
SBN, Quadra 2, Bloco J, Ed. Engenheiro Paulo Maurício, 12º andar.
Brasília - DF
70.040-905

Tel. 2024-6464 e 9618-0109
joao.henriques@iphan.gov.br

Fonte: ASCOM Iphan - DF / ASCOM Iphan Nacional

texto extraído da pagina
http://portal.iphan.gov.br/portal/montarDetalheConteudo.do;jsessionid=CDA01AB77B37369F83765D1536FD8854?id=15718&sigla=Noticia&retorno=detalheNoticia

25 de maio de 2011

Embusca de um sentido e resposta...

você já viu uma pessoa se transformar, falar de coisas que ela não falaria, ouvir coisas eu ninguém ouviria e seu comportamento mudar radicalmente, ela parecer que esta sendo tomada por um “espírito maligno”. E você não sabe como agir e já procurou ajuda e ninguém conseguiu nada, descobri porque e como trabalhar isso em seu ente querido e veja como não sentir mais nada disso.

Pesquisa existem espíritos que podem fazer Mal a matéria física de uma pessoa! Ou não?

Você tem ou conhece uma pessoa que tenha transtorno ou esquizofrenia, ou simplesmente depressão, estamos buscando estas pessoas, a fim de realizarmos um estudo de forma e verificar os efeitos que os trabalhos espirituais do Vale do Amanhecer pode proporcionar e influenciar de forma positiva na vida destas pessoas.


Divulguem e alertem seus conhecidos a comparecerem na Av. Pedro Teixeira n. 52 Manaus Amazonas ou 92 9173-7423

7 de janeiro de 2010

O que é Obsessão e quais suas fazes.

Introdução

Caros Leitores, gostaríamos de apresentar a vocês, alguns estudos que nos levam a refletirmos em relação a obsessão e as ações destes “espíritos obsessores” sobre a matéria, para as ciências espirituais e para a ciência humana, que estudam os transtornos do sistema psíquicos, e sua reações sobre a matéria, a idéia não é apresentar um estudo como a mais pura verdade e nem ao impor o mesmo como verdade absoluta. Porem podemos dez de já eliminar nossos preconceitos e analisar os fatos observáveis, ou não destes fenômenos e procura- lo entender.

Assim buscaremos embasar nossos pensamentos em estudo espirituais em grandes pensadores da psicologia de forma a entendermos ou melhor, tentar entender este fenômeno que acontece diuturnamente e tendem a instalar-se nas mais diversas formas, e em qual quer pessoa sem escolher, raça, credo, região ou pais.

No intuito de desmistificar estas situações aqui suscitadas, teremos a oportunidade de reverenciarmos os mais diversos pontos de vistas.

Traremos em primeiro momento uma abordagem da doutrina espiritualista cristão Vale do Amanhecer, sendo uma doutrina cristão galgada nos ensinamento do mestre Jesus, o qual foi apresentada do mundo espiritual a uma senhora, nascida em Sergipe, chamada Neiva Chaves Zelaya, a qual tinha uma faculdade mediúnica aguçada que a permitia ver o que um espírito encarnado neste planeta, onde aqui denominamos mundo material, teria feito em vidas passadas, bem como no seu presente e o que ocorreria em seu futuro, denominada de clarividente, por ter estas faculdades mediúnicas ela foi responsável pelas realizações dos mundos espirituais para o nossos dias atuais todo um acervo doutrinário e seus ensinamentos os quais são seguidos até os dias atuais. A presente abordagem é transcrita pelo mestre José Carlos denominado de Adjunto Tumarã e o presente estudo é conhecido nesta doutrina como acervo Tumarã.

Obsessão para os Espíritas do Vale do amanhecer.

A doutrina do Vale do Amanhecer na linguagem do mestre José Carlos, nos apresenta a obsessão como uma luta entre espíritos desencarnados com um espírito encarnado, que se desenrola no plano físico, ao nosso redor.
Onde a personalidade de um espírito encarnado busca a tranqüilidade, a satisfação de suas necessidades básicas, a harmonia com seu meio ambiente e com a sociedade em que vive, submetendo-se às leis físicas e as normas sociais que a regem; seu espírito - sua individualidade. - Busca o conflito e o acerto de contas, a cobrança ou o pagamento de débitos transcendentais, adquiridos por “maldades ou atrocidades”, cometidas na reencarnação passada ou vida passada.
Assim, a ligação de um espírito com outro altera o comportamento no plano psicofísico, interferindo na mente e no sistema nervoso central ou no sistema nervoso neurovegetativo, causando desequilíbrios e doenças em seu corpo físico atual.
Assim esta doutrina em tende a obsessão como um estado de profunda ligação que se faz, geralmente, entre um espírito desencarnado e um encarnado, havendo, todavia, casos em que há falanges obsessoras, ou seja, não um mais sim vários espíritos obsessores.
Neste estado denominado de obsessão, a sede de vingança do espírito desencarnado, que está mergulhado no ódio, consegue se ligar à sua vítima por meio da afinidade vibracional, ou uma sintonia entre os mesmos, neste processo é alimentado sentimentos de ambição, de ódio e de insatisfação.
Quando desencarna com ódio, o espírito não consegue sequer manter a posição invertida ao corpo. Fica desatinado, rodando em círculos e de nada serve sua passagem por um lugar denominado de Pedra Branca. Sua única meta é vingar-se de quem lhe fez mal.
Torna-se, assim, um obsessor, um espírito que mantém relacionamento direto com um ser encarnado, por afinidade decorrente do relacionamento estabelecido quando ambos habitavam o mesmo plano físico em que estamos.
Há duas fazes da obsessão as quais podem vir juntas ou não, sendo ela interna, se atinge as potências interiores, especialmente a imaginação e o psiquismo, ou externa, se causa perturbação em um ou mais sentidos (visão, audição, olfato, paladar e tato), os quais consideramos fatores orgânicos e físicos por estalar-se em nosso corpo físico.
A Doutrina do Amanhecer, considera que não existe obsessão entre encarnados, mas, sim, a Possessão, que compreende o Vampirismo ou seja quando um espírito encarnado suga a energia de outro encarnado. Em quanto a Cobrança é a situação comum, dentro da Lei do Carma, para o reajuste de espíritos transcendentais.
Na obsessão não há nenhuma ligação entre a vítima e seu obsessor a não ser vibracional. Tudo começa e acaba no aspecto vibracional, tanto por parte do obsediado como por força dos trabalhos que atuam sobre o obsessor, fazendo com que deixe sua vítima. Porém, tudo se passa exclusivamente na parte vibracional.
Estudos espiritualistas consideram quatro tipos de obsessão:
1) AUTO-OBSESSÃO: processo anímico, em que a própria mente gera um estado patológico, provocando crescente desequilíbrio, normalmente atribuída a um espírito, mas, na realidade, fruto das próprias conseqüências da Lei de Causa e Efeito, quando o próprio espírito da vítima é que atua por força de reações adversas em sua caminhada, baixando seu padrão vibratório, sendo, na maioria dos casos, uma obsessão de si mesmo; 
2) OBSESSÃO SIMPLES - processo inicial, com pouco sintomas sendo percebidos, que vão aumentando e dão à vítima a percepção da ação de uma força exterior, comumente acontecendo com quem não atende às necessidades de trabalho de sua mediunidade, evoluindo para distúrbios mentais e perturbações de efeito físico, tais como visões, ruídos e movimentação de objetos, usadas pelo obsessor com a força ectoplasmática da vítima;
3) FASCINAÇÃO - processo mais acentuado, em que o obsessor já controla a mente da vítima, gerando ilusões e bloqueando o raciocínio, desaparecendo a autocrítica e levando o obsediado a uma triste situação de desequilíbrio;
4) SUBJUGAÇÃO - processo final, em que a vítima é tomada totalmente pelo obsessor, confundindo-se seu estado com os quadros patológicos de esquizofrenia e loucura, em estado de completo desequilíbrio mental e comprometimento físico, com sistema neuromuscular refletindo uma total descoordenação, tendo alucinações visuais e auditivas, desligamento afetivo, desinteresse pela realidade e profundo desprezo pela vida.
Em uma obra de nome “No Limiar do III Milênio” do Vale do Amanhecer, o Trino Tumuchy, mestre Mario Sassi, apresenta a obsessões:
a) OBSESSÃO POR DESENCARNADO - a mais comum, quando o espírito encarna e traz o compromisso de reajustes com outros espíritos desencarnados, que passam a lhe criar problemas de várias gradações e naturezas quando as condições de cobrança são desequilibradas;
b) OBSESSÃO POR FALANGES - feita por falanges de espíritos que cobram algo que lhes foi coletivamente feito por um único espírito que está encarnado e na exploração de fontes de energia que lhes é afim, como nos casos de alcoólatras, políticos, cientistas e líderes sectários;
c) OBSESSÃO LICANTRÓPICA - a realizada por elítrios;
d) OBSESSÃO EPILÉTICA - aquela causada pela presença de elítrios no cérebro do encarnado, causando-lhe convulsões;
e)OBSESSÃO POSSESSIVA - quando o espírito se liga ao indivíduo pela afinidade vibracional, usando os plexos nervosos como pontos de contato;
f) OBSESSÃO DO PRÓPRIO ESPÍRITO - na qual o obsessor é o próprio espírito da pessoa que, dominada por quadros do passado e influências de outros espíritos, entra em angústia constante, provocada pela desassociação extremada entre sua atual personalidade e sua individualidade;
g) OBSESSÃO RELIGIOSA - é a escravidão espiritual em suas várias modalidades de expressão, originada, em geral, pela educação religiosa, divorciada da educação comum para as coisas da vida;
h) OBESSÃO QUÍMICA - gerada pelo plexo dos alcoólatras e dependentes de drogas, estabelecendo os obsessores afinidades tão fortes, que anulam a vontade e o sistema nervos central de sua vítima, tornando-a desligada do mundo físico e perturbada em sua psique, assegurando, assim, uma permanente fonte das vibrações de baixo padrão.
Na obra “Tormentos da Obsessão” (Livraria Espírita Alvorada Editora, Bahia, 3ª Edição, 2003), psicografada por Divaldo Franco, o espírito de Manoel P. de Miranda relata várias passagens no Sanatório da Esperança, erigido no plano espiritual para socorrer espíritos desencarnados desequilibrados, e destaquei o seguinte trecho de uma aula do Dr. Ignácio Ferreira, psiquiatra que viveu em Uberlândia, dedicado à Lei do Auxílio, espírito que colabora na instrução naquela instituição:
A grandeza da vida se expressa através de inumeráveis maneiras, porquanto, envolvido pelo corpo físico ou sem ele, estua rico de vida o ser espiritual. Enquanto mergulhado no denso véu da carne, entorpece-lhe parte do discernimento e a visão global se lhe torna limitada. No entanto, ao despir-se do envoltório material, é recuperada a plenitude das funções, podendo avaliar o resultado das experiências vividas, das construções edificadas e dos planos anteriormente traçados, se foram executados conforme sua elaboração ou se houve malogro entre a intenção e a ação. Sempre, porém, luz a divina misericórdia amparando, inspirando, conduzindo, ensejando o crescimento infinito do Espírito. No entanto, face à rebeldia que se demora na conduta de expressiva maioria, eis que se adia a felicidade, equivocando-se, para vender o mal que nele permanece, avançando sempre e sem cessar. Mesmo nas aparentes existências malsucedidas, adquire valores que irão contribuir para a sua plena realização, porquanto nada permanece inútil neste processo ascensional. A aprendizagem, por isso mesmo, é conseguida através do erro e do acerto, da percepção do fato e como realizá-lo, bem como da iluminação, que são verdadeiras metodologias para aprimorar cada aluno na Escola da Vida.
É mediante esse agir e arrepender-se, quando equivocado, que surgem as vinculações dolorosas, exigindo reparações igualmente aflitivas. Isso, porque, raramente o erro é individual. Quase sempre acontece envolvendo outras pessoas com as quais se convive ou junto a quem se estabelecem programas de afetividade, de interesses comuns, de lutas necessárias. E toda vez que alguém defrauda a confiança, ou burla o respeito e a dignidade de outrem, estabelecem-se vínculos perturbadores entre o agente e a sua vítima que, destituída de elevação moral, ao invés de esquecer e perdoar, atormenta-se nos cipoais da vingança, desejando cobrar os males de que se crê objeto. Não estando preparados para entender que o mecanismo do progresso exige disciplina e testemunho, os temperamentos arbitrários rebelam-se se propõem fazer justiça com as próprias mãos, em atentado grave contra a ordem estabelecida e a própria Vida. Ninguém, porém, pode ser juiz honesto em causa própria, por impossibilidade de harmonizar ou de eliminar emoções que ditam comportamentos quase sempre egoísticos e perturbadores. Assim, as malhas da rede obsessiva se vão estabelecendo, vinculando-se negativamente uns indivíduos aos outros, aqueles que se agridem e se desconsideram.
Por conseqüência, a obsessão é pandemia que permanece quase ignorada embora a sua virulência, para a qual, na sua terrível irrupção, ainda não cogitaram os homens de providenciar preventivas ou terapias curadoras. Tão antiga e remota quando a própria existência terrestre – por decorrência das afinidades perturbadoras entre os homens – todos os Guias religiosos se lhe referiram com variedade de designações, sempre utilizando-se dos mesmos métodos para a sua erradicação, tais: o amor, a piedade, a paciência e a caridade para com os envolvidos na terrível trama. Passados os períodos em que viveram, e os seus discípulos, quase de imediato, olvidaram-se de levar adiante esta pratica, essas específicas lições que receberam. Face à tendência para o envolvimento emocional com o mitológico, não poucas vezes têm confundido a revelação do fenômeno mediúnico com idéias de arquétipos que semi-adormecidos no inconsciente, e que passam a ocupar as paisagens mentais, sem os correspondentes critérios de compreensão, para investir esforços na sua equação, desse modo transferindo-os para a galeria do fantástico e do sobrenatural.(...)
Graças à valiosa contribuição científica do Espiritismo no laboratório da mediunidade, constatando a sobrevivência do ser e o seu intercâmbio com as criaturas terrestres, a obsessão saiu do panteão mítico para fazer parte do dia-a-dia de todos aqueles que pensam. Enfermidade de origem moral, exige terapêutica específica radicada na transformação espiritual para melhor, de todos aqueles que lhe experimentam a incidência. Ocorre, no entanto, como é fácil de prever-se, que essa psicopatologia, qual sucede com outras tantas, sempre apresenta, no paciente que a sofre, graves oposições para o seu tratamento. Quando, ainda lúcido, o mesmo se recusa receber a conveniente orientação, e, à medida que se lhe faz mais tenaz, as resistências interiores se expressam mais vigorosas. De um lado, em razão da vaidade pessoal, para não parecer portador de loucura, particularmente porque assim se sente, e, por outro motivo, quando sob os camartelos das obsessões, porque o agente do distúrbio cria dificuldades no enfermo, transmitindo-lhe reações violentas, para ser evitado o tratamento especial. Em todos os casos, porém, o tempo exerce o papel elevado de convencer a vítima da parasitose espiritual, através do padecimento ultriz, quanto à necessidade de submeter-se aos cuidados libertadores.
Iniciando-se de forma sutil e perversa, a obsessão, salvados os casos de agressão violenta, instala-se nos painéis mentais através dos delicados tecidos energéticos do perispírito até alcançar as estruturas neurais, perturbando as sinapses e a harmonia do conjunto encefálico. Ato contínuo, o quimismo neuronial se desarmoniza, face à produção desequilibrada de enzimas que irão sobrecarregar o sistema nervoso central, dando lugar aos distúrbios da razão e do sentimento. Noutras vezes, a incidência da energia mental do obsessor sobre o paciente invigilante irá alcançar, mediante o sistema nervoso central, alguns órgãos físicos que sofrerão desajustes e perturbações, registrando distonias correspondentes e comportamentos alterados. Quando se trata de Espíritos inexperientes, perseguidores desestruturados, a ação magnética se dá automaticamente, em razão da afinidade existente entre o encarnado e o desencarnado, gerando descompensações mentais e emocionais. Todavia, à medida que o Espírito se adestra no comando da mente de sua vítima, percebe que existem métodos muito mais eficazes para uma ação profunda, passando, então, a executá-la cuidadosamente. Ainda, nesse caso, aprende com outros cômpares mais perversos e treinados no mecanismo obsessivo, as melhores técnicas de aflição, agindo conscientemente nas áreas perispirituais do desafeto, nas quais implanta delicadas células acionadas por controle remoto, que passam a funcionar como focos destruidores da arquitetura psíquica, irradiando e ampliando o campo vibratório nefasto, que atingirá outras regiões do encéfalo, prolongando-se pela rede linfática a todo o organismo, que passa a sofrer danos nas áreas afetadas.
Estabelecidas as fixações mentais, o hóspede desencarnado lentamente assume o comando das funções psíquicas do seu hospedeiro, passando a manifestá-lo a bel-prazer. Isso, porém, ocorre, em razão da aceitação parasitária que experimenta o enfermo, que poderia mudar de comportamento para melhor, dessa forma conseguindo anular ou destruir as induções negativas de que se torna vítima. No entanto, afeiçoado à acomodação mental, aos hábitos irregulares, compraz-se no desequilíbrio, perdendo o comando e a direção de si mesmo. Enquanto se vai estabelecendo o contato entre o assaltante desencarnado e o assaltado, não faltam a este último inspiração para o bem, indução para a mudança de conduta moral, inspiração para a felicidade.Vitimado, em si mesmo, pela autocompaixão ou pela rebeldia sistemática, desconsidera as orientações enobrecedoras que lhe são direcionadas, acolhendo as insinuações doentias e perversas que consegue captar.
(...) Como a inspiração espiritual se faz em todos os fenômenos da Natureza, inclusive nas atividades humanas, é compreensível que, além das tormentosas obsessões muito bem catalogadas por Allan Kardec – simples, por fascinação e subjugação – os objetivos mantidos pelos perseguidores sejam muito variados. Eis porque as suas maldades abarcam alguns dos crimes hediondos, tais como: autocídios, homicídios, guerras e outras calamidades, face à intervenção que realizam no comportamento de todos aqueles que se afinizam com os seus planos nefastos. Agindo mediante hábeis programações adrede elaboradas, vão conquistando as resistências do seu dependente mental, de forma que, quase sempre, porque não haja uma reação clara e definitiva por parte de sua vítima, alcançam os objetivos morbosos a que se entregam enlouquecidos.
Quando das suas graves intervenções no psiquismo dos seus hospedeiros, suas energias deletérias provocam taxas mais elevadas de serotonina e noradrenalina, produzidas pelos neurônios, que contribuem para o surgimento do transtorno psicótico-maníaco-depressivo, responsável pela diminuição do humor e desvitalização do paciente, que fica ainda mais à mercê do agressor. É nesta fase que se dá a indução ao suicídio, através de hipnose contínua, transformando-se em verdadeiro assassínio, sem que o enfermo se dê conta da situação perigosa em que se encontra. Sentindo-se vazio de objetivos existenciais, a morte se lhe apresenta como solução para o mal-estar que experimenta, não percebendo a captação cruel da idéia autocida que se lhe fixa na mente. Não poucas vezes, quando incorre no crime infame da destruição do próprio corpo, foi vitimado pela força da poderosa mentalização do adversário desencarnado. Certamente, há, para o desditoso, atenuantes, em razão do processo malsão em que se deixou encarcerar, não obstante as divinas inspirações que não cessam de ser direcionadas para as criaturas e as advertências que chegam de todo lado, para o respeito pela vida e sua conseqüente dignificação.
O mesmo fenômeno ocorre quando se trata de determinados homicídios, que são planejados no mundo espiritual, nos quais os algozes se utilizam os enfermos por obsessão, armando-lhes as mãos para a consumação dos nefastos crimes. Realizam o trabalho a longo prazo, interferindo na conduta mental e moral do obsesso, a ponto de interromperem-lhe os fluxos do raciocínio e da lógica, aturdindo-os e dominando-os. Tão perversos se apresentam alguns desses perseguidores infelizes quão desnaturados, que se utilizam da incapacidade de reação dos pacientes para os incorporar, podendo saciar sua sede de vingança contra aqueles que lhes estão ao alcance. Utilizando-se do recurso da invisibilidade material, covardemente descarregam a adaga do ódio nas vítimas inermes, tombando, mais tarde, na própria armadilha, porquanto não fugirão da justiça divina instalada na própria consciência e vibrando nas Leis cósmicas, que sempre alcançam a todos.
De maneira idêntica, desencadeiam guerras entre grupos, povos e nações, cujos dirigentes se encontram em sintonia com as suas terríveis programações, formando verdadeiras legiões que se engalfinham em lutas encarniçadas visando alcançar os objetivos infelizes a que se propõem. Passam desconhecidas estas causas, que os sociólogos, os políticos, os religiosos não conseguem detectar, mas que estão vivas e atuantes nas paisagens terrestres, e a reencarnação se encarregará de corrigir sob a sublime direção de Jesus. (...)
Na raiz de inumeráveis males que afetam a coletividade humana, encontramos o intercâmbio espiritual manifestando-se com segurança. As obsessões campeiam desordenadamente. Isto não implica em dar margem ao pensamento de que as criaturas terrestres se encontram à mercê das forças desagregadoras da erraticidade inferior. Em toda parte está presente a misericórdia de Deus convidando ao bem, ao amor, à alegria de viver. A opção inditosa, no entanto, de grande número de criaturas é diversa dessa oferta, o que facilita a assimilação das idéias tenebrosas que lhe são dirigidas. Assim mesmo, ante a preferência das terríveis alucinações, o amor paira soberano aguardando, e quando não é captado, a dor traz de volta o calceta, encaminhando-o para o reto proceder mediante o oportuno despertar.
Todos esses criminosos espirituais, terminadas as batalhas em que se empenham, passam a experimentar incomum frustração por haverem perdido as metas que desapareceram e por darem-se conta dos tormentos íntimos em que naufragam, descobrindo-se sem objetivo nem razão de continuar a viver... E como não podem fugir da vida em que se encontram, são atraídos compulsoriamente às reencarnações dolorosas, experimentando os efeitos das hecatombes que ajudaram a ter lugar. Mergulham, então, na grande noite terrestre do abandono, da loucura, das anomalias, emparedados em enfermidades reparadoras, experimentando rudes expiações, que lhe serão a abençoada oportunidade para reencontrar o caminho do futuro.
O Mestre Jesus foi enfático ao anunciar: - Vinde a mim todos vós que estais cansados e eu vos aliviarei, completando com segurança: - Em verdade vos digo que ninguém sairá dali (do abismo) enquanto não pagar até o último ceitil. Ele alivia todos aqueles que O buscam sob o pesado fardo das aflições, entretanto, é necessário que a dívida moral contraída contra a Vida seja resgatada até o último centavo, quando então, o devedor se sentirá equilibrado para conviver com aquele que lhe padeceu a impiedade, sendo perdoado e reconciliando-se com a própria consciência e o seu próximo. Somente, portanto, através do perdão e da reconciliação, da reparação e da edificação do bem incessante, é que o flagelo das obsessões desaparecerá da Terra de hoje e de amanhã, pelo que todos nos devemos empenhar desde este momento. (...)
O amor é o bem eterno que sobrepaira em todas as situações, mesmo nas mais calamitosas, apontando rumos e abrindo espaços para a realização da felicidade total. Vivê-lo em clima de abundância, é o dever a que nos devemos propor, inundando-nos com a sua sublime energia que dimana de Deus.
Muito importante o que se contém naquele texto para que possamos entender, de forma mais ampla, o significado da obsessão.
Numa das passagens do Evangelho, Mateus (VIII, 16 e 28 a 32) nos relata:  “E, chegada a tarde, trouxeram a Jesus muito endemoninhados e Ele, com a sua palavra, expulsou deles os espíritos, e curou todos os que estavam enfermos.(...) E tendo chegado à outra banda, à província dos gadarenos, saíram-lhe ao encontro dois endemoninhados, vindos dos sepulcros; tão ferozes eram que ninguém podia passar por aquele caminho. Eis que clamaram, dizendo: Que temos nós contigo, Jesus, Filho de Deus? Vieste aqui atormentar-nos antes do tempo? E andava pastando diante deles uma manada de muitos porcos. E os demônios rogaram-lhe, dizendo: Se nos expulsas, permite-nos que entremos naquela manada de porcos. E Ele lhes disse: Ide! E saindo, eles se introduziram na manada de porcos; e eis que toda aquela manada de porcos se precipitou no mar por um despenhadeiro, e morreram nas águas.” 
E, em IX, 32 e 33: “Trouxeram a Jesus um homem mudo e endemoninhado. E, expulso o demônio, falou o mudo, e a multidão se maravilhou, dizendo: Nunca tal se viu em Israel!”
O obsessor persegue e assedia um encarnado de forma implacável, em constante troca de energias. O afastamento de um obsessor só se faz quando ele é atingido pelo ectoplasma do Doutrinador.
Em Marcos (I, 23 a 26) foi dito: “Estava na sinagoga um homem com um espírito imundo, o qual exclamou: Ah! Que temos contigo, Jesus Nazareno? Vieste destruir-nos? Bem sei que és: o Santo de Deus! E repreendeu-o Jesus, dizendo: Cala-te e sai dele! Então, o espírito imundo, convulsionando-o e clamando com grande voz, sai dele.”
Na verdade, o obsessor, na maioria dos casos, só se retira pela solução da razão do assédio ou pela sua conscientização na doutrina recebida em diversas passagens pelos trabalhos. Raramente ele se afasta com um só trabalho, e devemos ter muita cautela em trabalhos especiais, pois um afastamento forçado pode resultar em efeitos piores do que a própria obsessão.
Existem falanges de espíritos que, em ocasiões de guarda aberta de um encarnado, exercem ações obsessoras, como, por exemplo, os Alaruês, os Exus, os Falcões e legiões de Murumbus, Murussangis, Muys, Sexus e outros sofredores do Vale das Sombras.

16 de novembro de 2009

Mantras do Amanhecer

Hino do Amanhecer


É o Hino Oficial do Vale do Amanhecer. Ele é cantado nas aberturas e fechamentos de trabalhos e ocasiões solenes.

Sob o céu azul do Amanhecer
Seta Branca de Amor apareceu
Com as ordens do Oriente nos faz ver
A grandeza que Jesus nos concedeu.

Prana-luz aqui resplandeceu
Do Oriente Maior que é de Tapir
Conduzindo as almas tristes para Deus
Neste Templo de esperança e de povir

Salve Deus, Criador,
Do Universo És o Senhor!

A bandeira rósea de Jesus
Nosso símbolo de fé sempre há de ser

Tremulando neste Vale ela traduz
As mensagens que do Astral queremos ter.

Salve Deus, Criador!



Mayanti



Este hino é cantado nas aberturas dos Retiros e Trabalhos Oficiais. Sua principal propriedade é de ajudar os Médiuns a se mediunizarem. Mayante significa amanhecer, alvorecer, clarear, etc. na língua Iniciática da Doutrina do Amanhecer.


Mayanti, Mayanti
Do Astral Superior
Tu que és refúgio
De enfermeiro do Senhor.

Sopro Divino do Senhor
Prana, oh prana, tu em favor
Sei que atendes onde hasteias
A bandeira rósea do amor.

Aqui neste Templo hasteamos
A bandeira rósea do Astral
Velhos marcianos Ingressados
No Pronto Socorro Universal.

Mayanti, querida Mayanti
Que o Senhor nos concedeu
Guardas querida Mayanti
Tudo que for em favor meu.



Hino do Doutrinador


O Doutrinador é o responsável pela execução da Doutrina do Amanhecer. Este Hino é cantado sempre que se precisa no Templo de uma atitude de afirmação e confiança.


Do Amanhecer se expande
A nova Doutrina do Amor
Sob a luz do Santo Evangelho
Resplandece varonil Doutrinador

Mãos curadoras
Mãos divinas
Salve Deus, Salve Deus
Que te ilumina

Lá no alto um clarim como um alerta
Com Jesus na Terra jurou
Tua voz tem a força doutrinária
A Divina Luz, Doutrinador

Mãos curadoras
Mãos divinas
Salve Deus, Salve Deus
Que te ilumina

Esta cruz que levas em tuas costas
Farol
que ilumina na dor
És luar nas noites escuras
Alivia e esclarece o sofredor

Mãos curadoras Mãos divinas
Salve Deus, Salve Deus

Que te ilumina (repete)


Consagração aos Mestres


Jesus fundou a Escola do Caminho. O Mestrado da Doutrina do Amanhecer é simbolizado pelos missionários ajudando os espíritos em trânsito na Terra. Ele é cantado principalmente nas jornadas e andamento das cerimônias.


Oh Jesus a luz do Sol
Que emana sobre nós
Percorrendo o Universo
Com ternura e Amor

Caminheiros de Jesus
Que caminham para o Sol

Seta Branca escolheu
Entre seus trabalhadores
Humildade, tolerância
Salve Deus que nos criou

Caminheiros de Jesus
Que caminham para o Sol

Resplandece uma Doutrina
Seta Branca consagrou
Revistai Jesus querido
Seta Branca nos guiou

Caminheiros de Jesus
Que caminham para o Sol

Mestre Sol e Mestre Lua
O Mestrado consagrou
Novas forças estão raiando
Sob a luz de um resplendor

Caminheiros de Jesus
Que caminham para o Sol




Hino dos Mestres

O Mestrado do Vale do Amanhecer foi conquista definitiva do Plano Iniciático pelo Corpo Mediúnico. Desse Mestrado partirão as grandes jornadas em direção ao próximo Milênio, e na luta com os vales negros da Incompreensão. Este conjunto mântrico é para ser cantado nas cerimônias em que os Mestres participem com suas Indumentárias.

Mensageiros de luz se preparam
Com Jesus querendo servir
Doutrinando emanando e curando
No Evangelho de um novo porvir

Mestres Lua, transmitindo
A voz direta do Céu

Mensageiras da última hora
Alertai nas vossas missões
Almas tristes de ti tudo esperam
Vida, amor, luz da compreensão

Mestres Lua, transmitindo
A voz direta do Céu

Jaguares do Sol e da Lua
Neste Universo a vibrar

É como uma noite escura
Que a Lua vem clarear

Mestres Lua, transmitindo
A voz direta do Céu

Ninfas do Amanhecer preparam
Um mundo de emanação
Com amor e ternura esclarecem
O homem pra transformação

Mestres Lua, transmitindo
A voz direta do Céu

Mestres Jaguar Positivo
Mestres Sol Sublimação
Mestres Sol Evangelho
Mestres Luz Consagração

Mestres Lua, transmitindo
A voz direta do Céu
Filhos dos Devas aparecem
Guardiões chegados do Céu
Com seus Magos e Samaritanas
Nityamas cobertas de véu

Mestres Lua, transmitindo
A voz direta do Céu

Jovem Instrutor Mestre Sol
Que também vem clarear
Mestres Sol recepção
Que a dor vem coordenar

Mestres Lua, transmitindo
A voz direta do Céu

Mensageiros de luz se preparam
Com Jesus querendo servir
Doutrinando, emanando e curando
No Evangelho de um novo porvir
Doutrinando, emanando e curando
No Evangelho de um novo porvir

Mestres Lua, transmitindo
A voz direta do Céu



Hino da Estrela Candente


A Estrela Candente é conjunto Iniciático do Solar dos Médiuns. Este hino é cantado durante as Consagrações, principalmente nas Incorporações das Princesas de Yemanjá.

Ninfas do Céu e da Terra
Ninfas de amor e luz
Que emanam sorrindo
Louvando a Jesus

Mestres elevando
Espíritos pro Céu

Murmúrios em mantras
Luzes no Céu
Nityamas cantando
Cobertas com véu

Mestres elevando
Espíritos pra Céu

O Reino Central chegou
Yara, mãe querida
Seta Branca pai de amor
Sereias de nossas vidas

Mestres elevando
Espíritos pro Céu

Prenúncios da Nova Era
O Mestre Jaguar confirmou
Que juntos o Céu e a Terra
Vida, luz e amor

Mestres elevando
Espíritos pro Céu



Noite de Paz


É o hino para ser cantado como fundo do encerramento dos Retiros e de qualquer trabalho. Enquanto ele é cantado o Mestre faz a prece de encerramento. Também se canta Noite de Paz quando se quer conseguir um ambiente de harmonia e tranqüilidade.


Noite de Paz
Noite de Luz
Glória no Céu
Nasceu Jesus
Uma estrela no espaço brilhou
E ao Mundo a luz anunciou
A vinda do Salvador
A vinda do Salvador

Noite de paz
Noite de luz
Este canto que a Deus conduz
Como se fosse uma oração
Nosso amor e nossa devoção

Ao Cristo Nosso Senhor,
Ao Cristo Nosso Senhor.



Hino de Abertura

O trabalho mediúnico se desenvolve com aberturas sucessivas. Aberta a Corrente Mestra e, dependência de cada tipo de tarefa, começam a chegar às falanges para trabalhos específicos. Este hino é a chamada da Falange dos Pretos Velhos Indianos.


lndú que no além é Rei
Firme à tua espera
Estamos nós Senhor
Vem trazer tua corrente de amor
Com teus Pretos Velhos trabalhadores

Mensageiro indiano
Vem a nós, vem a nós
Vem formar nossa Aruanda
Ele já veio de Deus, ele chegou
Chegou o lndú Rei, chegou
Chegou o lndú Rei, chegou
Chegou, chegou


Hino do Encerramento


No término de quaisquer trabalhos, onde tenha havido passagem de sofredores, a principal preocupação é eliminar do ambiente as emanações pesadas. Elas resultam do ectoplasma lodoso e esverdeado que o sofredor deixa ao plano físico. Este mantra ajuda a modificação vibracional e restaura equilíbrio dos Médiuns e do ambiente.


lndú Rei voltou a nós
Vem buscar os seus trabalhadores
Permita à bom Deus
Que te agrade
Quem com teu amor a nós prepara

Bem melhor, queremos te servir
Nesta divina Aruanda
Indiano de luz e amor
Neste Templo trabalhou
Trabalhou, trabalhou
Ele quer paz, caridade fé e amor
Ele quer paz, caridade fé e amor


Alertai, Missionários!

Este hino é o chamamento dos “velhos espartanos”, ou seja, ele faz a ligação entre o passado remoto no qual éramos participantes e a nova Era Crística que se aproxima com o III Milênio.



Luzes do Amanhecer anunciam
O penhor de uma Nova Era
Jesus, Seta Branca queridos
De nós outros tudo esperam

(Estribilho)

Alertai à Missão, Alertai
Alertai Missionários, alertai!

A tribo do velho mundo
De Espada a Atenas surgiu
Com suas heranças de forças
Pro Amanhecer transferiu

(Estribilho)

Das planícies macedônicas aqui
Pro Brasil Jesus mandou
Missionários em muitas linhas
Rituais
, tudo é amor

(Estribilho)

Nos Templos do Amanhecer
Uma nova estrela surgiu
Alertando, que é chegada a hora
De tudo que Jesus previu
Alertando que é chegada a hora
De tudo que Jesus previu

(Estribilho)

Encantos do Amanhecer


Este é um hino poético por excelência. Elo invoca principalmente a ternura e coloca o ambiente do trabalho em doce expectativa.


Quis a vontade de Deus
E seus encantos se fez
Amando e sorrindo
Doutrina emanando
Jesus! Outra vez
Quis a vontade de Deus
E seus encantos se fez

Uma cruz no horizonte
Uma Estrela, um Radar
Aqui, ali, vão chegando
Doutrinador e Apará
Jesus aqui outra vez

Ninfas esvoaçando seus mantos
Emanando com amor se vê
Mestre Jaguar transformando
Na Doutrina Iluminando
Pra Jesus outra vez
Jesus aqui outra vez

Há uma voz que nos rege
Seta Branca nosso Pai
Mestre Sol. Mestre Lua vêm trazer
Anoday e Anodai
Jesus aqui outra vez

Quis a vontade de Deus
E seus encantos se fez

Hino aos Adjuntos


Esse hino é uma elegia aos Adjuntos que formam as bases estruturais da corrente. Adjunto nos planos espirituais é similar à falange, isto é, que forma a força decrescente.

Provamos que amor nos transforma
Nos une, nos inspira, constrói
Alertai Adjuntos para ver
Novo Sol nesta terra amanhecer

Sob o ritmo de um povo de Deus
Nos encantos de um céu azul se fez
Mestre Sol Adjunto a vibrar
Jaguares do velho mundo se vê

Magos do Evangelho
Por todo o Universo
Três colunas formando raiz
Trino Jaguar, Ramsés, Afro, Amon-Rá
Sol Tumuchy, Jaguar Arakém, Sol Sumanã

Jaguar solitário decrescente
Raio de Sol, raio lunar
Ninfas do Vale do Amanhecer
Padrinho em Simiromba a brilhar
Padrinho em Simiromba a brilhar



1° de maio de 1982 - Dia do Doutrinador



Profecias de Jesus


Este é o hino de mais profunda Iniciática do Vale do Amanhecer. Ele mostra a figura viva de Jesus manifesto nos atos ritualísticos.


Jesus prevendo a Nova Era
Seus filhos na Terra preparou
A Lua emana a voz direta
O Sol conduz Doutrinador
A Lua emana a voz direta
O Sol conduz Doutrinador

Seta Branca ensinou
A magia original
Revelando novos mundos
A um povo oriental
Revelando novos mundos
A um povo oriental

Alertai, universo, alertai!
Que Jesus na Terra já chegou
mantras professam e anunciam
Que a luz divina preparou
Seus mantras professam e anunciam
Que a luz divina preparou

Mestre Sol e Mestre Lua
Sua hora já chegou
Suas Ninfas traduziram
A doutrina com amar
Suas Ninfas traduziram
A doutrina com amor

Sete Estrelas, sete Linhas
Apará, Doutrinador
Lindos Mantras que se erguem
Tudo é sempre com amor
Lindos Mantras que se erguem
Tudo é sempre com amor

Lá no Alto anuncia
Salve Deus! Com tanto amor
Uma luz resplandecente
Um Amanhecer chegou
Uma luz resplandecente
Um Amanhecer chegou




Hino dos Pretos Velhos


A maior soma de tarefas num trabalho mediúnico cabe aos Pretos Velhos. Sus força se manifesta em várias “linhas” e, para cada um delas existem os mantras apropriados. Neste hino aparece na sua essência a idéia da humildade e o carinho que todos temos essas meigas figuras.


Delícias do Céu nos traz
Como um docel de prata
Meigas figuras de cor
Louvado seja Nosso Senhor

Olhai as riquezas meu senhor
Que vêm do além, de Deus
Pretos Velhos de luz prateada
És tesouro que a UESB (1) recebeu

Louvemos, louvemos
A Deus de amor
Tesouro mais rico
A nós confiou


Cantemos, cantemos, cantemos em louvor

Mãezinhas queridas que nos ensinou

Paizinhos de luz na UESB chegou

Louvado seja sempre

Jesus Nosso Senhor!


(1) UESB: União Espiritualista Seta Branca, primitivo nome do Vale do Amanhecer. O nome oficial atual é Obras Sociais da Ordem Espiritualista Cristã.




Hino de Pai João


Na Falange dos Pretos Velhos, Pai João é a linha Doutrinária. Pai João de Enoque teve duas encarnações como escravo, uma como africano e outra na qual ele foi trazido da Índia. O episódio objeto deste hino, se passou na ocasião da libertação dos escravos, quando Pai João salvou a vida do seu senhor. Ele havia matado o próprio filho de Pai João num triste episódio das relações senhores-escravos.

Na Era dos oito à liberdade
Jesus mais um servo ganhou
Quem és tu perfeição
Quem és tu ó bondade
Pai João és tu
Preto Velho abençoado

Pediste a Deus por piedade
Levar aos teus pés a caridade
Tu Pai João, bem conhecedor
Amarrastes com cipó
O teu branco senhor

Falsos profetas, falso senhor
Tu Pai João, amarres por favor
Só tu tens a ordem do Indú Superior
Levar às alturas, tiranos sem amor

Preto Velho Indiano abençoado
Mãe Tildes é teu lindo amor
Hoje nas altas hierarquias
És escravo de grandes regalias.


Luzes do Céu


É a continuação da chamada dos Pretos Velhos Indianos. Sua ambientação é de tranqüila paciência na Lei do Amor e do Perdão.


Olhai quem chegou
Luzes do Céu
Sobre a Terra emanou
Jesus altaneiro enviou
A este templo seus trabalhadores
Velhos Indianos
Familiares meus
Penetrai em meu coração
Somos
pobres seres

Mas somos teus irmãos
Povo de Deus abnegado
Que amamos com fervor
 
Vinde a nós
Vinde a nós Senhor
Queremos ser
Verdade e amor
És a caridade
Luz ó meu Senhor
És a caridade
Luz ó meu Senhor


Estrela Guia


É o canto de atendimento das emergências mediúnico espirituais. Sempre uma situação de trabalho mediúnico se torna densa ou pesada faz-se a chamada da Estrela Guia, tudo se acalma e a tranqüilidade toma conta do ambiente.


Oh Estrela guia
Que no céu brilhou
Anunciando que um dia
Glória, glória,
Gloria do Céu chegou

Vós que guiastes
Linda Estrela
Três cavaleiros
Do Senhor

O Rei do Fogo bendito
O Rei da Terra
E o Rei do Mar

Vinde a nós Estrela Guia
Vinde nos salvar
Salve Deus Povo de Oxosse
Salve Deus
Meus cavaleiros
Salve Deus
Salve Deus!


Tapir


Tapir é o comandante da falange que distribui as forças, o coordenador das operações da Doutrina do Amanhecer. Ele recebe as ordens do Comando Superior e as distribui para o Corpo Mediúnico.

Tapir, oh Tapir
Que irradia para nós
De Mayanti a esse Templo
Já ouvimos a tua voz

Tapir é ordem do Assis
esta nossa corporação
Revistai aqui estes soldados
Vereis renúncia de coração

Preparados aqui ó Senhor
Pelo grande Oriente de Oxalá
A Bandeira Rósea do amor
O Assis querido hasteou

Suas grandes letras implantam
A fé e o amor fraternal
Elas formam esta frase no ar
Salve o Grande Oriente de Oxalá!
Elas formam esta frase no ar
Salve o Grande Oriente de Oxalá


Hino do Sofredor


O Templo do Amanhecer existe para a prática da caridade para espíritos, encarnados e desencarnados. Os primeiros, os seres humanos, se queixam, pedem e falam. Os sofredores ficam a mercê de nossas parcas percepções. Por esse motivo é que existem mais mantras para eles. Mesmo inconscientes, ao cantar, nós estamos facilitando as coisas para eles.


Oh Jesus Criador do Universo
Nós queremos te servir
Tu és paz, tu és glória, tu és luz
Jesus, Jesus, Jesus

Altaneiro em teu nome oh Jesus
Indú Rei chegou e ensinou
Abrem-se as portas, com amor
O Evangelho lndú Rei ensinou

Construímos em nossos corações
Abrigos
de paz aos nossos irmãos
Doutrinai aqui com amor
O Evangelho Indú Rei ensinou

Vem meu bom irmão te chamo eu
Compadeço porque és sofredor
Tua incompreensão causou-te escuridão
És filho de Deus, és meu irmão

Não agradeça a nós e sim a Deus
Este tão belo acolher
Siga, siga, não peques mais te peço eu
Nesta Corrente Indiana, siga com Deus!


Hino à Mãe Yara


Mãe Yara é para nós do Vale do Amanhecer o pólo complementar de Pai Seta Branca. Ela tem sua própria Falange de Princesas do Reino de Yemanjá. Ela é a Mentora dos Doutrinadores e, se destaca em nossa Doutrina, pela sua austeridade e sobriedade nas palavras. Este hino dá uma idéia clara da sua história.


Salve Deus que nos criou
Salve Yemanjá que nos deu
A Princesa Mãe
Tu Yara dos mares
Que do além vem a nós
Teus humildes filhos te esperam
Mentora Mãe a UESB te venera

Salve, salve a Princesa do Mar
Salve, salve a Rainha Yemanjá
Que nos trouxe a Yara do Mar
Yara tu és a rosa
Seta Branca querido colheu
No jardim de Yemanjá
Sob as ordens de Jesus
Na UESB seus filhos ensinar

Graças a Deus
A Divinal Rosa chegou
Graças a Deus
Graças a Deus!


Hino da Junção



Junção é um trabalho Iniciático, feito principalmente com Doutrinadores, para libertação de “elítrios”,espírito acrisolados no ódio que produzem moléstias graves localizadas. Este conjunto de mantras forma o ambiente propício para este tipo de Doutrina.

Jesus de luz e amor
Dá força a esta Junção
Abre os caminhos destes filhos
do progresso e do perdão

Meu Pai Simiromba meu Pai
Que torças benditas nos deu
Luzes de todo Universo
Jesus amor Salve Deus

Jesus querido aqui estamos
Confiantes a vibrar
Desta Junção um novo Sol
Jesus amor a brilhar

Abre Jesus os caminhos
Destes que estão a esperar
Que correntes negativas
De inveja e maldade afastar

Protege Jesus dando torças
A estes que estão a vibrar
Amando e perdoando
Sempre temos Jesus o que dar



Seta Branca


Pai Seta Branca é o Mentor da Doutrina do Amanhecer, o responsável por essa missão da Corrente Indiana do Espaço no Planeta Terra. No começo da missão, em 1959, ele era invocado como Cacique Seta Branca e, na sua humildade, trabalhava incorporado como os outros de sua falange. Este mantra personalizado facilita sua presença no plano físico.


Divino Seta Branca
Tu és a lei de Deus
Imaculado sejas tu
Juntinho aos pés de Jesus

Seta Branca querido por nós
Tu és o Amor e és a Luz
Que iluminas os tiranos corações
Erguendo seus filhos a Jesus.

Divino Seta Branca
Tu és a lei de Deus
Imaculado sejas tu
Juntinho aos pés de Jesus

Ave Maria


Maria mãe de Jesus é um dos espíritos mais excelsos que já habitaram este Planeta. Em nossa Corrente ela tem um lugar de honra na tríade Iniciática, Deus Pai, Senhor Jesus Cristo e Virgem Santíssima. Este mantra invoca as poderosas forças de sua falange.

Ave Maria mãe celestial
Concede! Paz aos filhos teus
Adorar-vos queremos todos
Em teu manto graças conceber

Maria, Maria, Maria dos reis orientais
Mande para nós a paz celestial

Maria concebida sem pecado
Maria escolhida por Deus
Vinde a nós senhora imperatriz
Teu filho Jesus nos prometeu

Maria, Maria, Maria dos reis orientais
Mande para nós a paz celestial

Senhora Sant’Ana, mãe de Maria
Amar a deus te ensinou
Joaquim teu pai cheio de fé
Mandado por Deus te entregou José

Maria, Maria, Maria dos reis orientais
Mande para nós a paz celestial
 
 Jesus de Amor


Esse hino, data de muitos anos, do princípio da missão de Neiva quando, a Ordem atual era conhecida como: União Espiritualista Seta Branca (U.E.S.B.). Pela beleza de sua harmonia, um dos preferidos pelos nossos Médiuns.


Jesus de amor
Tu és meu Senhor
Nada temerei
Tu és o sol do amor

Quando perdidos
Vir unir-se ao seu rebanho
Vivemos da luz do sol e do amor
Jesus, Jesus o salvador

Quando compreendermos
Nossa divinal missão
Seremos unidos eternamente

E o nosso senhor
Viverá contente

Seremos unidos eternamente
E o nosso senhor
Viverá contente



Alerta do III Milênio


Este hino é um alerta para as coisas que irão acontecer num futuro próximo, quando os sinais do céu começarem a aparecer e é também um sinal de fé. Tudo irá se transformar mas o mundo continuará...


Alertai, alertai.
Alertai Universo, alertai.

São prenúncios da transformação
O Supremo Senhor deste planeta
Clama pela nossa evolução.

Alertai, alertai.
Alertai Universo, alertai.

Tremores na terra
Tremores no céu
As águas crescendo
O Sol não aqueceu.

Alertai, alertai.
Alertai Universo, alertai.

Dois mil não passará, disse Jesus
Vida sem luz tereis
Seres de outra dimensão
juntos vivereis.

Alertai, alertai.
Alertai Universo, alertai.

Quando a transição cessar,
e a vida que o Templo do Amanhecer criou
O Mantra de luz confirmará
que a fé na Terra o conservou...

Alertai, alertai.
Alertai Universo, alertai.



Aluxã do Amanhecer (Pirapora)


Entre os primeiros Templos edificados, o Templo do Amanhecer de Pirapora. no Estado de Minas Gerais, situa-se entre os que já conseguiram firmar-se no socorro constante a milhares de pessoas, carentes dos recursos proporcionados pelo mediunismo científico.

Aluxã do Amanhecer
Pirapora em Jesus recebeu
Toda
a luz deste universo
Esta terra mineira traduz

Na doutrina o evangelho nos deu
Jesus amor, Salve Deus

Novos encontros nova era
No céu uma estrela brilhou
Forças que se reencontram
Pai Seta Branca criou

Na doutrina o evangelho nos deu
Jesus amor, Salve Deus

Mundos que se evoluem
Na doutrina a força do amor
Resplandece por todo o universo
Mestre Sol e Mestre Lua chegou

Na doutrina o evangelho nos deu
Jesus amor, Salve Deus


Aluxã do Amanhecer (Vila Velha)


Entre os primeiros Templos edificados, o Templo do Amanhecer de Vila Velha, no Estado do Espírito Santo, situa-se entre os que já conseguiram firmar-se no socorro constante a milhares de pessoas, carentes dos recursos proporcionados pelo mediunismo científico.



Aluxã do Amanhecer
Vila Velha em Jesus recebeu
Toda
a luz deste universo
Esta terra capixaba traduz

Na doutrina o evangelho nos deu
Jesus amor, Salve Deus

Novos encontros nova era
No céu uma estrela brilhou
Forças que se reencontram
Pai Seta Branca criou

Na doutrina o evangelho nos deu
Jesus amor, Salve Deus

Mundos que se evoluem
Na doutrina a força do amor
Resplandece por todo o universo
Mestre Sol e Mestre Lua chegou

Na doutrina o evangelho nos deu
Jesus amor, Salve Deus


Hino da Estância do Amanhecer


A Estância do Amanhecer é o primeiro templo construído fora do Vale do Amanhecer. Fica situado em Unaí, MG, a 2OO km de Brasília. Este hino, a par de sua beleza singela, Invoca as forças gerais do trabalho realizado nesse Templo.


Terra mineira abençoada
Seta Branca de amor velo trazer
Com Jesus a luz do Evangelho
Na Estância do Amanhecer

Filhos do Sol, filhos da Lua
Na Estância do Amanhecer

Tapir anuncia com amor
Que Jesus na Terra já deu
Revistar os filhos de luz
Escolher o povo de Deus

Filhos do Sol, filhos da Lua
Na Estância do Amanhecer

Seta Branca no Amanhecer
Ao Mestre Jaguar confiou
Entregando a nova Doutrina
De humildade, tolerância e amor

Filhos do Sol, filhos da Lua
Na Estância do Amanhecer

Alertai a missão alertai
Que muito tens a fazer
Percorrer por todo Universo
Outros Templos do Amanhecer

Filhos do Sol, filhos da Lua
Na Estância do Amanhecer


Formosa do Amanhecer


Este é o hino do Povo de Jaguaru que revela sempre humildade e tenacidade. Graças a essa persistência desse Povo é que foi possível a implantação do Doutrina do Amanhecer em terras de Goiás.

Goiás de força altaneira
Formosa de um novo Amanhecer
Luzes de todo Universo
Viemos aqui receber
Luzes de todo Universo
Viemos aqui receber

Caminheiros de Jesus
A nossa Doutrina chegou
Luzes de todo Universo
Salve Deus! Salve Deus! com amor!

(Estribilho)

Aqui as luzes se encontram
E um novo penhor de esperança,
Tolerância, humildade e amor
E a Lei, Seta Branca criou

(estribilho)
 
Jesus é a nossa esperança
Uma nova Doutrina enviou
De curas e mantras doutrinários
Mestre Sol, Mestre Lua chegou

(estribilho)

Amazonas do Amanhecer



O Templo do Amanhecer em Manaus tem um sentido profético. Ele existe graças à tenacidade de um Jaguar chamado Cortez e é feito de pedra. Este hino é urna prévia do futuro próximo do Amazonas que trará grandes surpresas saídas das antigas civilizações.


Amazonas do Amanhecer
Esperança de um novo porvir
Onde os mantras aqui se encontram
Salve Deus queremos servir.

Caminheiros de Jesus,
Caminhando para o Sol.

Luzes de todo o universo
Jesus a missão consagrou
Seta Branca, Vara nos deu
Salve Deus, Salve Deus com amor.

Caminheiros de Jesus,
Caminhando para o Sol.

Mensagens de uma nova era
O Mestre Jaguar confirmou
Amando, sorrindo, doutrinando
Uma nova doutrina formou.

Caminheiros de Jesus,
Caminhando para o Sol.

Mundos em guarda
Mundos de amor
Luzes curando,
Apará, Doutrinador.

Caminheiros de Jesus,
Caminhando para o Sol.



Hino de Olinda do Amanhecer


O Templo de Olinda, PE, é onde se pratica a Doutrina do Amanhecer com maior austeridade e zelo. Seus Médiuns são compenetrados, mas sempre entusiastas do seu trabalho. O tom marcial deste hino combina bem com essa bela atitude.


Em Olinda do Amanhecer...
Uma nova Estrela nasceu!
A esperança de uma nova era,
Mestre Sol, mestre Lua, Salve Deus!

Caminheiros de Jesus,
Caminhando para o sol
Apará, Doutrinador,
Caminhando para o sol

(Estribilho)

Mantras de luz se enlaçam,
Mantras de amor se vê...
Mestre Jaguar prometeu,
Suas ninfas, com amor, Salve Deus!

(Estribilho)

Mestre Sol e Mestre Lua,
A Doutrina transformou!...
Luz emanando e sorrindo,
Jesus, querido de amor!

(Estribilho)

Seta Branca nosso pai,
A força bendita nos deu...
Unindo um povo de amor
Mãe Vara, Mãe Vara, salve Deus!

(Estribilho)


Hino de Ytupurã do Amanhecer


O Templo do Amanhecer de Guarapari (ES) é singelo e acolhedor. Este hino exalta a presença do Mestre naquela região praiana que o cantam com muito entusiasmo nas aberturas dos trabalhos.


No Espírito Santo surgiu
A esperança de um novo porvir
E uma nova estrela brilhou
Clareando muito mais com todo amor

(Estribilho)

Ytupurã - Salve Deus
O amor é a tua Bandeira
Caminheiro de Jesus
Guarapari te recebeu

Alertai universo alertai,
Alertai Mestres Sol e Mestres Lua
Seta Branca Vara nos deu
Novas forças benditas nasceu

(Estribilho)

Luzes de todo universo
Jesus a missão consagrou
Sempre alertas para servir
Com humildade, tolerância e amor

(Estribilho)


A Aldeia Encantada


A organização do Pequeno Pajé surgiu de uma linda estória já publicada em folheto de nossas mensagens. Nela os sonhos Infantis, que existem no íntimo de todo Ser Humano, são traduzidos numa realidade sutil.


Somos aves em busca de luz
De Jesus queremos saber
Dos nossos titios Jaguares
O Evangelho vamos aprender

E quando soubermos tudo direitinho
A vida sorri, tudo é facinho

O Mestre Tumuchy nos prometeu
Da Aldeia Encantada
O mapa fazer

E quando soubermos tudo direitinho
A vida sorri, tudo é facinho

Marcharemos em busca do tesouro
Da Aldeia Encantada do Velho Pajé

Da ira, da dor, do sábio pirata
Duzentos anos de castigo ficou

E quando soubermos tudo direitinho
A vida sorri, tudo é facinho

Tia Noemí e Tio Carlinhos
Os nossos queridos titios com amor

Salve Deus, Tio Assis, Salve Deus!
O Pequeno Pajé se formou

E quando soubermos tudo direitinho
A vida sorri, tudo é facinho


Hino do Pajézinho


O Pequeno Pajé é uma organização doutrinária, especial para crianças, que funciona paralela ao Templo do Amanhecer. Visa dar à criança um sentido do transcendente, sem traumas, presentes ou futuros, dando às suas vidas um sentido religioso, sem Incutir-lhes uma religião particular. É o princípio do respeito ao livro arbítrio que começa desde a raiz a educação para o mundo do espírito. Este hino é um exemplo disso.


Salve Deus a nossa disciplina
Avante pequenos faróis
Tia Neiva nos confiou

A um Comando Superior
Firmes juramos a Jesus
Servir no combate das trevas
De um novo porvir

Salve Deus a nossa disciplina
Avante pequenos faróis
Tia Neiva nos confiou
A um Comando Superior

Salve o nosso Amanhecer
Salve o nosso pajézinho
Salve o Mestre Tumuchy
Salve Deus nosso Tiãozinho.

Salve Deus a nossa disciplina
Avante pequenos faróis
Tia Neiva nos confiou
A um comando Superior

Almas desvairadas sem estrelas e sem luar
Aqui estamos no Evangelho
Para construir a luz do seu lar

Salve Deus a nossa disciplina
Avante pequenos faróis
Tia Neiva nos confiou
A um Comando Superior.

Seta Branca, Comando Geral
Mãe Yara intercedei
Jesus, Jesus do nosso quartel
Queremos juntinhos no Céu.

Salve Deus a nossa disciplina
Avante pequenos faróis
Tia Neiva nos confiou
A um Comando Superior.


Hino dos Pequenos de Assis

Pai Seta Branca em encarnação anterior foi a figura de São Francisco de Assis. Por isso os menores do Lar das Crianças de Matildes são chamados de “Pequenos de Assis”. Sempre que um visitante se apresenta no Orfanato ele é recebido com uma pequena cerimônia, um menino se destaca do grupo e diz:



“Permita-nos senhor”

Salve Deus, Salve Deus, Salve Deus!
Seja bem-vindo senhor
Neste orfanato de amor
Permita- nos apresentarmos senhor

Viemos de longes terras
Enviados do Senhor
Aos nossos irmãozinhos unir
A espera de uni novo porvir

Quero que conheças querido cidadão
As fadas encantadas que nos conduzem a mão
Tia Carmem Lúcia, Tia Marlizinha,
Tia Mariza, são nossas fadazinhas

Olhai senhor esta casinha
Moramos junto às fadazinhas
Tudo de luz, Assis cobriu com véu
O senhor não pode ver, são coisas do Céu.

Jamais esqueceremos
De quem nos visitou
Rogamos a Deus por ti senhor
Que leves daqui a paz interior

“Permita nos retirarmos senhor”


Chulinhas da Vó Marilú



Além do sou montra, a Espiritualidade deu a Tia Neiva duas “chulinhas” da Vó, que são pequenos cânticos de amor. As mocinhas da Casa Grande gostam de cantá-las ao pé do fogão de lenha. Essas chulas contam a história da encarnação de Marilú e sua alma gêmea, o Vovô Indú.


Cisne veio e cantou,
Bateu asa e voou.
Foi bater lá noutra margem,
Foi juntar-se ao seu amor.

Amarrai ó cisne meu,
Ajudai-me bom Senhor
Não me deixes aqui sozinha,
Não me leves o meu amor.

Passarinho despertou,
Bateu asa e voou.
Veio por cima do telhado,
Veio buscar o seu amor.

Passarinho lá do céu,
Que o Divino consagrou.
Somos duas almas gêmeas,
Não separa de mim não.

Passarinho do além,
De mim tenha compaixão,
Faz-se uma casinha bela,
Que em breve também vou.


Hino à Vovó Marilú

Vó Marilú, ou Vozinha do Espaço, é a mãe espiritual de Seta Branca. Sua principal missão entre nós é a proteção dos meninos e meninas do Lar das Crianças de Matildes. Sua força é tão grande e seu amor tão profundo, que os menores do Lar pedem a toda hora sua proteção e são rigorosamente atendidos. Se alguém mexer com algum desses menores terá que se haver com a Vozinha do Espaço ...



Velhinha encarquilhada,
Toda feita de amor e luz.
Tronco de nobre família,
Es tu vozinha Marilú.

Como podes tu Vozinha,
Encontrar teus netinhos,
Neste mundo de meu Deus.
Divina mãe de nosso amado Pai,
Es luz do infinito,
Es luz que nos atrai.

Vozinha querida tu és consolação,
Tudo que queremos contigo encontramos.

Vozinha, Vozinha,
O pão está nos faltando.
E tu com tanto amor,
Desce das alturas,
E o nosso pãozinho,
Vem multiplicando,
Pelo amor de Deus vozinha,
Nunca venha a nos faltar.


Virgem Tupinambá

Esse hino não é especifico em termos de ritual mas, convém registrar a sua característica em promover uma harmonia no ambiente seja no templo ou, mesmo no lar, nos momentos cru que o médium julgar conveniente para melhor situar se cru uma sintonia de equilíbrio.


Lírio bendito do senhor
Vem do além juntar-se a nós
Es farol que ilumina a noite escura
Es luar de prata sobre nós

Este mundo nosso te traz
O mal recordar os tempos teus
Pois com teu puro amor foi condenada
E queimada junto ao amado teu

Pediste a Deus clemência
A quem tanto mal te fez
E a virgem mãe de ti compadecida
Uniu-te junto aos pés dos filhos teus

Virgem das virgens aos pés de Deus
Vem nos trazer a salvação
Tua meiguice nos transforma
Teu humilde e meigo coração


A Vida


Procurando analisar cozo carinho os versos desse hino seguramente chegaremos a conclusões sobre um futuro de grandes acontecimentos, já que os mesmos são de um profundo sentido profético.

O mundo girou
A vida criou
Ninguém disse nada
No fundo da mata
A pedra rolou
O índio criou
Ninguém disse nada

Quem sabe que a vida
Se a terra parar
E o sol deixar de esquentar
As nuvens baixinho fazendo gelar

E o véu da noiva impedindo
Trenzinho ligeiro parar
E o sol partindo pra longe
Indo outro pólo esquentar

As águas chegando
O fogo apagando
E as vidas nas vidas se amar

Padres na igreja tentando rezar
Os jovens cantando do céu a entoar

As cordilheiras passando
As campinas se afogando
Descendo as praias do mar
Os peixes falando, idioma singular
Pequenos homens

Grandes tesouros
Equitumãs se voltando
Jaguares se desdobrando
Pra vida nas vidas chegarem

Fazendo a luz, no céu clarear
Os cegos enxergando a luz derradeira
E Deus com seu mundo fazendo
Em Cristo Jesus
Seus
filhos voltarem.

O mundo girou
A vida criou
Ninguém disse nada
No fundo da mata
A pedra rolou
O índio criou
Ninguém disse nada.


Hino do Casamento



No nosso Templo realizamos o ritual de casamento, dentro da mais pura tradição Cigana, registro transcendente de uma das mais significativas passagens encarnatórias do Jaguar, tendo como fundo este belíssimo hino.


Eis que chegam
Passo a passo
Com ternura, indo ao altar
Eles desejam, oh! Jesus
Fidelidade aos seus pés jurar

Como é belo
Este original de Deus
Vibramos com amor
Jesus nos concedeu
Salve Deus
Salve Deus

Almas que se amam
Jesus vem consagrar
Trazendo em seu louvor
lndú Rei e a linda Yemanjá...

Chegou
Chegou


Parabéns dos Médiuns



Alegre, vibrante, assim é a harmonia desse hino dedicado nos Médiuns aniversariantes.



Hoje queremos irmãozinho (a)
Provar-lhe todo o carinho
Da nossa congregação

Desejamos paz e tranqüilidade
A você querido irmãozinho(a)

Completas ano hoje
Que Jesus na terra mandou
Salve este grande dia de amor

Desejamos paz e tranqüilidade
A você querido irmãozinho (a)

Aniversário natalício
Vamos todos festejar
Felicidade irmãozinho (a)
Viemos te desejar
Do astral superior
Vieram te desejar } bis





Vale do Amazonas do Amanhecer
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